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9 pilares do avanço tecnológico

Em 10 dias vamos trocar algumas informações com nossos seguidores referente à indústria 4.0 (4° revolução industrial).
São 09 pilares que indicam essa mudança, vamos falar um pouco a cada postagem sobre essa nova era na indústria e em nossas vidas, vamos lá?

Também chamada de quarta revolução industrial, a indústria 4.0 é um conceito nascido no ano de 2012 na Alemanha, que se originou de um projeto do governo do país que, assegurando que a tecnologia era um excelente alicerce para a mudança e evolução necessárias na indústria de todo o mundo, definiu sistemas de produção inteligentes, conectando máquinas, sistemas e ativos. A indústria 4.0 permite coletar e analisar dados entre máquinas, criando processos mais rápidos, mais flexíveis e mais eficientes para produzir produtos de maior qualidade a custos reduzidos. Esta realidade só se torna possível devido aos crescentes avanços tecnológicos da área da tecnologia da informação e engenharia. www.benon.com.br #industria40 #engenharias#kukarobotics #motomanrobotics

 #abbrobotics #eletricista #mecanica

1º Pilar: Embora o termo “big data” seja relativamente novo, o ato de coletar e armazenar grandes quantidades de informações para análises eventuais é muito antigo. O conceito ganhou força no começo dos anos 2000, quando o analista Doug Laney articulou a definição atualmente mainstream de big data em quatro tópicos:
Volume. Organizações coletam dados de fontes variadas, incluindo transações financeiras, mídias sociais e informações de sensores ou dados transmitidos de máquina para máquina. No passado, armazená-los teria sido um problema — mas novas tecnologias (como o Hadoop) aliviaram esse fardo.
Velocidade. Os dados são transmitidos numa velocidade sem precedentes e devem ser tratados em tempo hábil. Etiquetas RFID, sensores e medições inteligentes estão impulsionando a necessidade de lidar com torrentes de dados praticamente em tempo real.
Variedade. Dados são gerados em inúmeros formatos — desde estruturados (numéricos, em databases tradicionais) a não-estruturados (documentos de texto, e-mail, vídeo, áudio, cotações da bolsa e transações financeiras).
No SAS, consideramos duas dimensões adicionais ao falar de big data:
Variabilidade. Além das crescentes velocidade e variedade dos dados, seus fluxos podem ser altamente inconsistentes com picos periódicos. Qual a última tendência nas redes sociais? Todos os dias, picos de dados sazonais ou gerados por eventos particulares podem ser difíceis de gerenciar, ainda mais com dados não-estruturados.
Complexidade. Os dados de hoje vêm de múltiplas fontes, o que torna difícil ligá-los, combiná-los, limpá-los e transformá-los entre sistemas. No entanto, é necessário conectar e correlacionar relações, hierarquias e ligações múltiplas, ou você pode rapidamente perder o controle sobre seus dados.

2º Pilar:Utilizar robôs na indústria não é um conceito novo, mas, na indústria 4.0 eles ganham habilidades além dos seus antecessores, conseguindo incorporar novas capacidades para trabalhar sem um supervisor humano sendo capazes de trabalhar para automatizar e coordenar uma série de tarefas logísticas e de produção. Além de reduzir os custos, estes robôs representam um aumento na produção.

3º Pilar:A simulação por computador permite a experimentação, buscando as opções que oferecem melhores resultados. Ainda que os custos de programas de modelagem possam ser altos, os avanços obtidos significam economia consistente de recursos, principalmente para empresas de maior porte. De toda forma, o rápido desenvolvimento tecnológico tem permitido que mesmo médias e pequenas indústrias possam utilizar ferramentas de simulação.

4º Pilar: Realidade Aumentada. A Indústria 4.0 enxerga um enorme potencial na realidade aumentada para a geração e prestação de serviços. Ao permitir interações entre o mundo real e o virtual, esta tecnologia é de grande utilidade para aplicações na medicina e educação, assim como no treinamento profissional de colaboradores.

5º Pilar:Considere a crescente necessidade – interna e externa – de gerir sistemas integrados para disponibilizar uma plataforma única onde todos tenham acesso. Atualmente, nem todos os sistemas são totalmente integrados, faltando uma coesão entre empresa-clientes e até mesmo o processo de produção de uma indústria carece de uma integração plena. A indústria 4.0 propõe uma maior harmonia entre todos que façam parte do ecossistema, garantindo uma gestão integral de experiência, para que cadeias de valor sejam realmente automatizadas.

6º Pilar:MANUFATURA ADITIVA
Também conhecida como impressão em 3D, este pilar envolve a produção de peças a partir de camadas sobrepostas de material, normalmente em forma de pó, para se obter um modelo 3D. Esta estratégia pode ser utilizada para criar produtos personalizados que oferecem vantagens de construção e desenhos complexos.

7º Pilar: CIBERSEGURANÇA
A indústria do futuro necessita que todas as áreas da empresa estejam conectadas, por isso a cibersegurança é um elemento fundamental para proteger sistemas e informações de possíveis ameaças e falhas, que podem vir a causar transtornos na produção.

8º Pilar: Computação em nuvem:
Resumindo, a computação em nuvem é a distribuição de serviços de computação – servidores, armazenamento, bancos de dados, redes, software, análises, inteligência e muito mais pela Internet (“a nuvem”), proporcionando inovações mais rápidas, recursos flexíveis e economia na escala. Você normalmente paga apenas pelos serviços de nuvem que utiliza, ajudando a reduzir os custos operacionais, a executar sua infraestrutura com mais eficiência e a dimensionar conforme as necessidades da sua empresa mudam.

9º Pilar: Internet Industrial.
Através da união do mundo digital e do mundo das fábricas, a internet industrial faz a conexão de máquinas inteligentes, análises avançadas e pessoas de qualquer lugar – e a qualquer momento – para gerar mais produtividade, qualidade e decisões assertivas.

Há robôs em todo lugar, menos nas estatísticas de produtividade

Economistas, políticos e empresários estão entusiasmados com a inteligência artificial e robôs. Mas será que eles estão mesmo revolucionando a economia?

Economistas, políticos e líderes empresariais mostram grande entusiasmo com computadores, inteligência artificial erobôs. Mas será que eles estão realmente revolucionando a economia?

Aparentemente não há muitas evidências a respeito até o momento, segundo Roger Josefsson, economista da empresa de dados sueca Macrobond. É “o paradoxo daprodutividademoderna”, escreveu recentemente em seu blog.

A ausência de aumento da produtividade nos últimos 10 a 15 anos é um tema de discussão candente. O crescimento do investimento se concentra fortemente em poucas áreas, mas a produtividade da mão de obra — principal motor dos lucros e dos salários — não cresceu muito.

Como diz um dos fundadores da teoria do crescimento, Robert Solow: “É possível ver a era dos computadores em todo lugar, menos nas estatísticas de produtividade.”

Josefsson pergunta: os investimentos não deveriam estar aumentando pelo menos em tecnologias ou em pessoal de setores relevantes? Analisando o Total Economy Database, da Conference Board, e a base de dados KLEMS, da UE, ele encontrou vários paradoxos.

Por exemplo, o número de robôs industriais está aumentando rapidamente, mas as estatísticas de remessa, um bom indicador de investimentos, mostram apenas pequenas melhorias. A contribuição da mão de obra para o crescimento da produção também é mais ou menos a mesma de antes da crise financeira.

Outro motivo de preocupação é que a contribuição dos ativos de Tecnologia da Informação e da Comunicação para o crescimento do PIB e, pior ainda, a produtividade total dos fatores (isto é, da inovação) está ficando para trás.

“Para ser honesto, a maioria das melhorias no crescimento do valor agregado parece puramente cíclica”, disse. Josefsson, no entanto, encontrou algum motivo para otimismo.

Os setores que se beneficiam de robôs, da inteligência artificial, do aprendizado de máquina e de outras tecnologias “quentes” são o setor atacadista, ocomércio varejistae os serviços recreativos. Nestes casos, a produtividade total dos fatores está realmente se desenvolvendo bastante bem. Atualize-se: A Tray te mostra 8 tendências do varejo para ficar de olho em 2018 Patrocinado 

Mas estas são exceções em um conjunto de números muito deprimente.

“Por isso, da próxima vez que escutar economistas comentando sobre o aumento de produtividade que os robôs nos darão, peça que mostrem as estatísticas. E aí ligue para mim, porque eu também quero saber”, disse Josefsson, em vídeo publicado pelo EFN.se, um website sueco de notícias econômicas.

Dados & Ideias — a economia só tem a agradecer aos robôs

Os investimentos na digitalização da economia devem criar mais empregos do que eliminá-los e elevar o PIB de vários países, entre outros fatores

Embora arraigado entre os mais pessimistas, o temor de que tecnologias como inteligência artificial e automação vão destruir milhões de empregos no futuro pode ser infundado. Uma série de projeções tem mostrado justamente o oposto: os investimentos na digitalização da economia devem nos próximos anos aumentar a produtividade, criar mais empregos do que eliminá-los, elevar o produto interno bruto de vários países e provocar uma migração em massa de trabalhadores para ocupações de alto valor agregado na economia digital. A começar por recursos já aportados nessas tecnologias: em 2015, foram 2,5 bilhões de dólares, de acordo com a consultoria A.T. Kearney. Cerca de 20% do capital foi direcionado apenas para a aquisição de startups ou para o desenvolvimento de tecnologias para carros autônomos. Outro estudo, este da consultoria Bain & Company, mostra que, até 2030, as linhas de produção pelo mundo devem produzir 55% mais do que os níveis de 2015 graças à automação trazida por robôs. É claro que ocupações serão limadas: nos Estados Unidos, as funções perdidas deixarão de contribuir com o equivalente a 8 trilhões de dólares em renda do trabalho até 2030. Em compensação, os ganhos de produtividade com novas tecnologias de automação deverão injetar na economia 14 trilhões de dólares no mesmo período. Já o aumento da mão de obra empregada deverá representar a adição de outros 6 trilhões de dólares no PIB americano.

FONTE:
https://exame.abril.com.br/revista-exame/a-economia-agradece-aos-robos/

Estaremos na FEIMEC 2018

A FEIMEC — Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos — é o evento oficial do setor. É uma iniciativa da ABIMAQ — Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos —, Informa Exhibitions e mais de 30 entidades setoriais. Trata-se de uma feira para atender às demandas do setor e, através de sua primeira edição — realizada de 3 a 7 de Maio de 2016 —, se mostrou um evento de sucesso acima do esperado e confirmou sua força e relevância no cenário macroeconômico.

Em 1959, a ABIMAQ, contando com o incentivo das suas associadas, apoiou o lançamento pioneiro e a realização da primeira feira do setor metal mecânico no Brasil. Era uma época na qual o setor de máquinas e equipamentos estava em formação e o país iniciava o grande ciclo da industrialização. A associação, sempre contando com o apoio de suas empresas associadas, participou ativamente de todas as edições realizadas da feira do setor metal mecânico. Durante este período, a indústria deste setor evoluiu e se expandiu de forma exponencial.

segunda edição da feira acontece de 24 a 28 de Abril no São Paulo Expo, o maior e mais moderno pavilhão da América Latina. Serão cerca de 900 marcas expositoras apresentando lançamentos e novas tendências do mercado, além de uma programação com conteúdo relevante e exclusivo que agrega conhecimento e qualificação profissional.

Presença de 460 expositores, cerca de 900 marcas nacionais e internacionais, empresas âncoras e ampla programação em 54.000 metros quadrados de exposição em uma moderna infraestrutura de pavilhão.

O evento é considerado fundamental para empresas que precisam se preparar para a retomada da atividade econômica.

Iniciativa da ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos e da Informa Exhibitions, a feira oferece um ambiente ideal para a realização de networking e negócios.

CREDENCIAMENTO
Faça a sua inscrição gratuitamente e dê o primeiro passo para participar do evento mais importante do setor de máquinas e equipamentos de 2018!
As melhores soluções para o seu negócio, oferecidas por mais de 700 marcas em exposição.
Todos os lançamentos e tendências do mercado, além de um conteúdo relevante e exclusivo que agrega conhecimento e qualificação profissional.🔧

 

Estamos no Instagram

Estamos no Instagram! @benon_manutencao. Agora você pode nos acompanhar também pelo Instagram o nosso dia a dia, de lugares que visitaremos, eventos, stories, videos etc.

Siga @instagram.com/benon_manutencao

 

O que é Instagram?
O Instagram é uma rede social principalmente visual, onde um usuário pode postar fotos e vídeos de curta duração, aplicar efeitos a eles e também interagir com publicações de outras pessoas, através de comentários e curtidas.

Além disso, um usuário pode seguir o outro para poder acompanhar suas postagens e suas atividades dentro da rede. O número de seguidores inclusive contribui para a visibilidade do perfil.

Nele também encontramos as famosas hashtags, que servem como um mecanismo de busca das publicações, e ajuda na hora de segmentar o seu público, caso possua uma página para sua marca.

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, telefone e texto

 

Instagram: saiba tudo sobre esta rede social!

Indústria 4.0: Uma Visão Da Automação Industrial

A previsão do tempo é de chuva para daqui a dois dias, o governo precisa ampliar os estoques de etanol em 10% até o final da safra, o valor do açúcar tem previsão de subida de 3% até o final da safra, o fornecedor de insumos não tem estoque suficiente para a produção no pico, duas válvulas e dois inversores de frequência críticos para disponibilidade de planta estão previstos para manutenção daqui a uma semana… imagine todos estes dados, se comunicando on-line, num único banco de dados da planta de produção de etanol e açúcar, na usina sucroenergética, temos um cenários onde temos que tomar decisões.

Então o SISTEMA apoia-se na tomada de decisões e faz um setup automático das variáveis de controle de produção, alterando parâmetros dos PLCs ou DCS, puxando a produção para contingenciar as chuvas previstas, direciona o aumento da produção de 10% de etanol sob contrato de governo, direciona caldo primário para elevação de produção de açúcar visto elevação do preço da oferta, contingencia compra de insumos de fornecedor alternativo, faz uma parada programada para manutenção baseada em eventos, contingenciada para suportar a demanda, numa eventual chuva já prevista, essas decisões foram tomadas, todas de forma automática, baseada num banco de dados Big Data… essa é a indústria do futuro, essa é a Indústria 4.0.

A história da evolução da indústria passa por períodos de Revolução, para fins de grupos de estudos temos a primeira Revolução Industrial no século 18, que foi o aperfeiçoamento da máquina a vapor por James Watt, colocando a indústria têxtil como símbolo da produção excedente, gerando a riqueza da época, criando um novo modelo econômico.

A primeira revolução industrial foi de aproximadamente 200 anos (1712-1913), quando Henry Ford criou a linha de produção em massa, onde definimos a segunda Revolução Industrial, fazendo a produção empurrada, criando o conceito da produção em escala, reduzindo o custo e popularizando o produto, para que a massa trabalhadora pudesse adquirir, criando um ciclo virtuoso na indústria e na economia.

Esse período durou próximo de 60 anos (1913-1969), onde entramos na era da automação, sendo nossa terceira Revolução Industrial, que foi a implantação de computadores no chão-de-fábrica, colocando controles eletrônicos, sensores e dispositivos capazes de gerenciar uma grande quantidade de variáveis de produção, permitindo a tomada de decisões de controle de dispositivos de forma autônoma, o impacto foi a elevação da qualidade dos produtos, o aumento da produção, a gestão dos custos e a elevação da segurança na produção.

O período da terceira Revolução Industrial durou cerca de 40 anos (1969-2010), vemos que estes intervalos vêm diminuindo, inaugurando uma nova era, ainda em transição, cujo maior protagonista é a Internet, que já está consolidada entre as pessoas como um grande canal de comunicação convergente de todas as tecnologias, agora sendo colocado dentro da indústria com seus conceitos, adaptados a máquinas e equipamentos.

Quando dizemos que a internet está na indústria, no meio produtivo, devemos pensar num ambiente onde todos os equipamentos e máquinas estão conectadas em redes e disponibilizando informações de forma única, esse conceito é chamado de Internet das Coisas.

A Indústria 4.0 ainda é mais um conceito do que uma realidade, mas está sendo motivada por três grandes mudanças no mundo industrial produtivo:

  • Avanço exponencial da capacidade dos computadores;
  • Imensa quantidade de informação digitalizada;
  • Novas estratégias de inovação (pessoas, pesquisa e tecnologia).

Entendendo a Indústria 4.0 como uma evolução dos sistemas produtivos industriais, podemos listar alguns benéficos previstos e já estudados e baseados no impacto nas plantas:

  • Redução de Custos
  • Economia de Energia
  • Aumento da Segurança
  • Conservação Ambiental
  • Redução de Erros
  • Fim do Desperdício
  • Transparência nos Negócios
  • Aumento da Qualidade de Vida
  • Personalização e Escala sem Precedentes

A tecnologia base responsável por este conceito é o IoT – Internet of Things (Internet das Coisas) e o M2M – Machine to Machine (Máquina para Máquina).

A Internet das Coisas, como comentado anteriormente é a conexão lógica de todos os dispositivos e meios relacionados ao ambiente produtivo em questão, os sensores, transmissores, computadores, células de produção, sistema de planejamento produtivo, diretrizes estratégicas da indústria, informações de governo, clima, fornecedores, tudo sendo gravado e analisado em um banco de dados.

A ideia de Máquina para Máquina é a interconexão entre células de produção, os sistemas passam a trocar informações entre si, de forma autônoma, tomando decisões de produção, custo, contingencia, segurança, através de um modelo de inteligência artificial, complementado pela IoT.

Para que este sistema funcione, entregando os benefícios acima previstos, novas tecnologias para a Automação Industrial surgiram e muitas delas oriundas do mundo da TI Tecnologia da Informação, perfazendo a convergência destes dois mundos, entre elas podemos citar as principais:

  • Uso do Protocolo IPV6 (ampliação dos pontos de conexão IP de todos Devices);
  • Uso do Wireless (ampla utilização de redes sem fio);
  • Uso de Virtualização (criação de diversos computadores a partir de softwares);
  • Uso de Cloud (as informações estarão na Nuvem – compartilhada)
  • Uso do Big Data (todas as informações reunidas, de forma dinâmica para tomada de decisões);
  • Uso de RFID (todo movimento de materiais é rastreado com todas as informações).

A partir das principais tecnologias acima citadas, podemos entender que teremos uma nova realidade produtiva, tudo estará conectado para que as melhores decisões de produção, custo e segurança sejam tomadas, tudo sob demanda e em tempo real.

Como dizemos estamos vivendo uma transição entre a Terceira Revolução e a Quarta Revolução Industrial, a Indústria 4.0 e, para que se estabeleça um caminho para a implantação, é importante entender este momento.

Atualmente os sistemas de automação devem estar orientados a aumento da produção, redução de custos e visão nas mudanças tecnológicas, para isso a plataforma técnica deve estar estruturada com redes industriais, sistemas de otimização e banco de dados.

Entendendo que a partir do uso das premissas anteriores, o amadurecimento operacional, levará a esta nova demanda, onde a visão da Indústria 4.0 estará orientada a eficiência energética, integração da cadeira produtiva e orientação produtiva via BI (Business Intelligence), onde a estruturação técnica levará ao controle de processosdescentralizado, todos os ativos estarão on-line e as tomadas de decisões serão baseadas no Big Data.

Com isso, a Indústria 4.0, a partir de nosso momento atual, nos remete a entender sua tendência no meio produtivo e propomos a observar as seguintes tendências que já estão em movimento no meio industrial:

  • Interconexão “Das Coisas” numa Única Rede (Internet) através do IPv6 na Nuvem – Cloud;
  • Geração, envio, acúmulo e análise de dados no Big Data – modelagem para tomada de decisões autônomas;
  • Onipresença da Informação, não importa onde você esteja, a interação é em tempo real.

Concluímos que a Indústria 4.0 é um novo conceito que seguramente será uma realidade, mudará a forma como lidamos hoje com a produção de bens de consumo e materiais, tendo uma melhor distribuição de riquezas e um planeta mais sustentável.

[youtube=https://www.youtube.com/watch?v=9uQkhBcm6Ew]

 

FONTE:

Indústria 4.0: Uma Visão da Automação Industrial